“Isso ainda não acabou, mas em dois anos e meio de trabalho à frente do 3º BPM conseguimos reduzir"
| Cel. Zanone |
Seis homicídios foram registrados em Imperatriz apenas nestes primeiros dias do mês de dezembro, maioria dos crimes com características de execução e por encomenda. Merece destaque a morte do empresário Aristides de Sousa Milhomem Neto, 48, conhecido por Aranha. Ele foi assassinado com oito tiros dentro de sua residência às 20h30, da última sexta-feira (9).
Ainda na sexta sangrenta, à tarde, Aníbal Silva da Lima Neto, operador de máquinas da Caema, matou a ex-esposa Tátia. Em seguida tentou, sem sucesso, o suicídio. Já nesta segunda-feira (12), o traficante Alucrécio dos Santos Costa foi morto com quatro tiros e teve o corpo de atirado num bueiro.
O comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar de Imperatriz, Coronel Aldimar Zanone Porto, reconhece a dificuldade em evitar crimes por encomenda ou execuções. “Isso ainda não acabou, mas em dois anos e meio de trabalho à frente do 3º BPM conseguimos reduzir. Esses crimes são muito difíceis de serem evitados porque são premeditados, ou seja, pessoas contratam outras para matar. Isso torna o trabalho da Polícia muito difícil”, afirmou.
Zanone destaca que o tráfico de drogas e as armas ilegais em circulação são os principais agravantes dos homicídios em Imperatriz. “A droga, principalmente o crack, que é o câncer da sociedade, está envolvida em 70% dos crimes de homicídios”. Segundo o Código Penal Brasileiro, quem possuir ou manter a guarda de arma de fogo sem porte legal na residência ou local de trabalho pode ser penalizado com a detenção de dois a quatro anos, além de multa. “Nós estamos fazendo um trabalho de barreiras policiais e patrulhas para desarmar a população e prender aquelas pessoas que são suspeitas de ter cometido algum tipo de crime”, afirma Zanone. De acordo com as estatísticas da PM, cerca de 150 veículos são abordados a cada três dias nas ruas de Imperatriz pelas rondas da Polícia Militar.
A principal origem das armas de fogo ilegais na cidade, para o Comandante do 3 º BPM, são os estados e cidade vizinhas a Imperatriz. Todavia, resalta Zanone, “a sociedade é a principal aliada da polícia, pois é a partir da denúncia que se inicia as fiscalizações e patrulhamentos para evitar os crimes”, concluiu.
Ainda na sexta sangrenta, à tarde, Aníbal Silva da Lima Neto, operador de máquinas da Caema, matou a ex-esposa Tátia. Em seguida tentou, sem sucesso, o suicídio. Já nesta segunda-feira (12), o traficante Alucrécio dos Santos Costa foi morto com quatro tiros e teve o corpo de atirado num bueiro.
O comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar de Imperatriz, Coronel Aldimar Zanone Porto, reconhece a dificuldade em evitar crimes por encomenda ou execuções. “Isso ainda não acabou, mas em dois anos e meio de trabalho à frente do 3º BPM conseguimos reduzir. Esses crimes são muito difíceis de serem evitados porque são premeditados, ou seja, pessoas contratam outras para matar. Isso torna o trabalho da Polícia muito difícil”, afirmou.
Zanone destaca que o tráfico de drogas e as armas ilegais em circulação são os principais agravantes dos homicídios em Imperatriz. “A droga, principalmente o crack, que é o câncer da sociedade, está envolvida em 70% dos crimes de homicídios”. Segundo o Código Penal Brasileiro, quem possuir ou manter a guarda de arma de fogo sem porte legal na residência ou local de trabalho pode ser penalizado com a detenção de dois a quatro anos, além de multa. “Nós estamos fazendo um trabalho de barreiras policiais e patrulhas para desarmar a população e prender aquelas pessoas que são suspeitas de ter cometido algum tipo de crime”, afirma Zanone. De acordo com as estatísticas da PM, cerca de 150 veículos são abordados a cada três dias nas ruas de Imperatriz pelas rondas da Polícia Militar.
A principal origem das armas de fogo ilegais na cidade, para o Comandante do 3 º BPM, são os estados e cidade vizinhas a Imperatriz. Todavia, resalta Zanone, “a sociedade é a principal aliada da polícia, pois é a partir da denúncia que se inicia as fiscalizações e patrulhamentos para evitar os crimes”, concluiu.
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