quinta-feira, 26 de junho de 2014

Lista do TCE será entregue à Justiça Eleitoral na próxima semana

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA), conselheiro Edmar Cutrim, informou na sessão plenária desta quarta-feira (25) que a Corte de Contas entregará na próxima semana à Justiça Eleitoral lista contendo os nomes dos gestores públicos que tiveram as contas rejeitadas ou julgadas irregulares nos últimos oito anos.

“O prazo máximo para entrega é 05 de julho [sábado], sendo que podemos entregar o documento no primeiro dia útil subseqüente, que é na segunda-feira, dia 07. Também existe a possibilidade de entregarmos logo na próxima semana. O certo é que cumpriremos a lei e encaminharemos a documentação à Justiça Eleitoral”, afirmou o conselheiro/presidente.
Edmar Cutrim disse que a lista está sendo elaborada pelas Unidades Técnicas do Tribunal de forma minuciosa, com muita atenção e zelo. “Este trabalho [elaboração do documento] está bem encaminhado e está sendo feito com muita atenção com o objetivo de evitar qualquer tipo de erro”.
O presidente/conselheiro fez questão de esclarecer que caberá somente a Justiça Eleitoral decretar a inelegibilidade dos gestores incluídos na referida lista. “Neste processo, a atuação dos Tribunais de Contas é fundamental para o aperfeiçoamento da democracia e do sistema político brasileiro, contribuindo para o afastamento dos maus gestores da vida pública. No entanto, cabe somente a Justiça apreciar os processos e decidir, ou não, pela inelegibilidade do gestor”, finalizou Cutrim.

Sessão – Na sessão desta quarta, o TCE julgou irregulares as prestações de contas da Administração Direta e do Fundeb do ex-prefeito de Capinzal do Norte, Eliomar Alves de Miranda, referente ao exercício financeiro de 2009. Ele foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 52 mil. Também tiveram as contas julgadas irregulares os ordenadores de despesas e secretários municipais Carlos Augusto Fernandes Alves (Fundo Municipal de Saúde, exercício financeiro de 2009, com débito de R$ 46 mil e multa de R18 mil); e Marcos Antônio Jorge Carneiro (2009, Fundo Municipal de Assistência Social, com débito de R$ 12 mil e multa de R$ 17 mil).
Também foi julgada irregular a prestação de contas da ex-presidente da Câmara Municipal de Presidente Médice, Almerinda de Jesus Cruz Ferreira, referente ao exercício financeiro de 2008, com imputação de débito de R$ 7 mil e multa de R$ 13 mil.

STF barra por 8 a 2 a prisão domiciliar para Genoíno

O ministro relator das execuções penais da Ação Penal 470, Luís Roberto Barroso, indeferiu nesta quarta-feira 25 o recurso apresentado pela defesa do ex-deputado José Genoino, que pedia prisão domiciliar por questão de saúde. No entendimento de Barroso, a situação de Genoino é “preocupante”, mas “não mais adversa do que a de centenas de outros detentos”, muitas vezes em situação ainda “mais dramática”. O ministro citou números do Distrito Federal, onde o ex-deputado está preso, que mostravam dezenas de detentos hipertensos, com aids, câncer e outras doenças.
“Fosse pela gravidade, a prisão domiciliar deveria ser praticada, mas não poderia deixar de admitir que esta seria uma exceção”, disse Barroso. O ministro afirmou, no entanto, que Genoino tem direito de trabalho externo, independentemente do cumprimento de um sexto da pena, como defende o presidente do STF, Joaquim Barbosa, caso receba alguma proposta. O relator acrescentou ainda que o cumprimento de um sexto da pena é completado no dia 14 de agosto, e que nesta data, Genoino poderá progredir para o regime aberto. Ele lembrou que no Distrito Federal, esse tipo de registro se dá pela prisão domiciliar como regra geral.
Os ministros Ricardo Lewandowski, vice-presidente do STF, e Dias Toffoli foram os únicos que divergiram da tese de Barroso. Os ministros Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello votaram com o relator.
O Supremo Tribunal Federal faz nesta quarta-feira 25 uma sessão histórica, ao julgar os recursos dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, que tiveram o trabalho externo cassado pelo presidente da Corte, Joaquim Barbosa. O ministro não participa da sessão. Na semana passada, Barbosa renunciou à relatoria do processo e entrou com uma ação no Ministério Público contra Luiz Fernando Pacheco, advogado do ex-deputado José Genoino, que também terá o pedido para voltar à prisão domiciliar julgado nesta quarta-feira. A sessão está sendo presidida pelo vice-presidente Ricardo Lewandowski.
A sessão de hoje começou por volta de 14h30 e, a pedido do ministro Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, houve uma inversão na pauta para que sejam julgadas antes dos recursos da Ação Penal 470 ações que questionam a constitucionalidade de resolução do TSE que mudou o tamanho das bancadas de Câmaras dos Deputados. Os demais ministros não se opuseram à mudança. Os recursos começaram a ser julgados após o intervalo.
De acordo com o novo relator dos recursos, ministro Luís Roberto Barroso, a decisão sobre o trabalho externo será aplicada em todos os casos semelhantes que tramitam no Judiciário. ” A minha maior preocupação, aliás, é essa [ter impacto]. Eu acho que o que nós decidirmos pode ter impacto sobre o sistema. Então, tem que ter muito critério.”, disse.
O plenário vai julgar os recursos do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-deputado federal Romeu Queiroz e do ex-advogado Rogério Tolentino. Também será julgado o pedido do ex-deputado José Genoino para voltar a cumprir prisão domiciliar.
Na terça-feira (17), Barbosa renunciou à relatoria da Ação Penal 470. O ministro alegou que os advogados dos condenados passaram a atuar politicamente no processo, por meio de manifestos e insultos pessoais. O presidente do Supremo citou o fato envolvendo Luiz Fernando Pacheco, advogado do ex-deputado José Genoino. No dia 11 deste mês, Barbosa determinou que seguranças do STF retirassem o profissional do plenário.
A defesa dos condenados que tiveram trabalho externo cassado aguarda o julgamento dos recursos protocolados contra a decisão de Barbosa pelo plenário do STF. No início deste mês, em parecer enviado ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a revogação da decisão que cassou o benefício de Dirceu e Delúbio Soares.
O procurador considerou acertado o entendimento de que não é necessário o cumprimento de um sexto da pena, firmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para Janot, não há previsão legal que exija o cumprimento do lapso temporal para concessão do trabalho externo a condenados em regime semiaberto.
No mês passado, para cassar os benefícios, Barbosa entendeu que Dirceu, Delúbio e outros condenados no processo não podem trabalhar fora da prisão por não terem cumprido um sexto da pena em regime semiaberto. Com base no entendimento, José Dirceu nem chegou a ter o benefício autorizado para trabalhar em um escritório de advocacia em Brasília.
De acordo com a Lei de Execução Penal, a concessão do trabalho externo deve seguir requisitos objetivos e subjetivos. A parte objetiva da lei diz que o condenado deve cumprir um sexto da pena para ter direito ao benefício. “A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de um sexto da pena”, diz o Artigo 37.
Porém, a defesa dos condenados no processo do mensalão alega que o Artigo 35 do Código Penal não exige que o condenado a regime inicial semiaberto cumpra um sexto da pena para ter direito ao trabalho externo.
Desde 1999, após uma decisão do STJ, os juízes das varas de Execução Penal passaram a autorizar o trabalho externo ainda que os presos não cumpram o tempo mínimo de um sexto da pena para ter direito ao benefício. De acordo com a decisão, presentes os requisitos subjetivos, como disciplina e responsabilidade, o pedido de trabalho externo não pode ser rejeitado.
No entanto, o entendimento do STJ não vale para condenações em regime inicial semiaberto. Para justificar a aplicação integral do Artigo 37, Barbosa cita decisões semelhantes aprovadas em 1995 e em 2006, no plenário da Corte.
247 Com Agência Brasil

Prefeitura de Imperatriz e DNIT são acionados por causa de impactos da duplicação da BR 010

O Ministério Público do Maranhão ajuizou, nesta terça-feira, 24, Ação Civil Pública contra a Prefeitura de Imperatriz e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) pedindo a anulação das licenças para o projeto de duplicação da Rodovia BR-010. 24

De acordo com o promotor Jadilson Cirqueira, titular da 3ª Promotoria de Justiça Especializada, o poder público não exigiu o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental, o que contraria a Constituição Federal. A ação pede que sejam anuladas as licenças, caso não haja adequação do projeto de acordo com a legislação vigente. As multas sugeridas são de R$100 mil por dia e por ano de descumprimento da ordem, além do ressarcimento dos danos causados ao meio ambiente.
Jadilson Cirqueira reconhece a importância do projeto para o desenvolvimento socioeconômico de Imperatriz, no entanto, ele afirma que a extensão do empreendimento de duplicação dentro de uma zona urbana (cerca de 13km) torna imprescindível a identificação de edificações comerciais, equipamentos públicos, moradias, fábricas, cursos d’águas, vias de acessos, templos religiosos, entre outros para saber quem será impactado direta ou indiretamente pela obra.
O promotor diz ainda que é necessário esclarecer vários pontos, como o método de identificação dos impactados pela obra; se há possibilidade de justa e prévia indenização; o que terá de ser desapropriado e se realmente é por interesse público; qual será o tratamento dado aos quatro riachos que cortam a BR-010 no trecho da duplicação e como ficarão as áreas de preservação permanente.
“Nada há no minúsculo relatório ambiental sobre o aspecto paisagístico e urbanístico da obra, se positivos ou negativos. É evidente que uma obra desse porte mudará completamente, e até de forma positiva, a paisagem artificial urbana, mas é imprescindível que haja estudos prévios identificadores,” comenta o membro do Ministério Público.
Das penalidades
Caso não haja a adequação ao rito de licenciamento previsto, a Prefeitura de Imperatriz poderá arcar com multa diária no valor de R$100 mil. Para o DNIT, também poderá ser aplicada multa de R$100 mil se a obra tiver continuidade. Além disso, igualmente foi solicitada penalidade de R$100 mil para cada ato praticado em desconformidade com as determinações judiciais estabelecidas, sem prejuízo da responsabilização criminal e por improbidade administrativa.
O Ministério Público requereu ainda a condenação do Município de Imperatriz, na obrigação de exigir os Estudos de Impacto ao Meio Ambiente e adequação nas normas vigentes e expedição de licença ambiental ao DNIT para a duplicação da BR010 somente após rigorosa análise dos referidos estudos ambientais, inclusive com audiência pública para a participação da sociedade no processo de licenciamento, sob pena de incidência de multa diária, que poderá ser estabelecida conforme os parâmetros da lei.
A ação também propõe a condenação dos réus aos pagamentos de honorários periciais e demais despesas extraordinárias que se façam necessárias para a instrução, além de indenizar os danos causados ao meio ambiente, cuja dimensão, caracterização e valoração serão estipuladas na execução da sentença.
MPMA

Edinho Lobão é rejeitado por 36,5% da população maranhense, diz pesquisa

Edinho Lobão
Edinho Lobão
A “grife” Lobão não é bem vista no Estado do Maranhão. O sobrenome pesa quando a população maranhense lembra do passado tenebroso da família com a coisa pública.
Prova disso, foi o resultado da pesquisa do Instituto Econométrica, que foi divulgado hoje, dia 26, no Jornal O Imparcial.
O pré-candidato peemedebista ao Governo do Maranhão, Edinho Lobão, aparece liderando com um alto índice de rejeição.
Edinho é rejeitado por 36,5% da população maranhense, que não acredita e nem confia em deixar o governo sob o comando da família Lobão.
A pesquisa ouviu 1.413 eleitores nos municípios de Açailândia, Alto Alegre do Maranhão, Amarante do Maranhão, Anapurus, Bacabal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas, Bom Jardim, Buriti, Carolina, Caxias, Chapadinha, Codó, Coelho Neto, Coroatá, Dom Pedro, Estreito, Governador Nunes Freire, Grajaú, Imperatriz, Itapecuru-Mirim, Itinga do Maranhão, Lago do Junco, Lima Campos, Maracaçumé, Mata Roma, Morros, Paço do Lumiar, Pedreiras, Peritoró, Pindaré-Mirim, Pinheiro, Porto Franco, Presidente Dutra, Riachão, Rosário, Santa Inês, Santa Luzia, Santo Antônio dos Lopes, São Bento, São João dos Patos, São José de Ribamar, São Luís, São Luís Gonzaga, São Mateus, São Raimundo das Mangabeiras, Timon, Tuntum, Vargem Grande, Viana, Vitória do Mearim e Zé Doca.
Registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desde o dia 16 de junho, sob o protocolo MA-00014/2014, a pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 em 57 municípios maranhenses.
Edinho

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Diário Oficial

Viva Maranhão! – Presentaço do então secretário de estado da Infraestrutura, Luis Fernando, para alguns municípios maranhenses no sugestivo dia 1º de abril: foram nada menos do que R$ 18.922.043,82 (dezoito milhões, novecentos e vinte e dois mil, quarenta e três reais e oitenta e dois centavos) em dois contratos com a mesma empresa, a Pactor – Construções e Empreendimentos Ltda – ME, para pavimentação de ruas.
Em miúdos – Foram eleitos para a “boa ação” do governo do estado, por meio da Sinfra, as cidades de destinados a pavimentação de ruas de Barra do Corda, Fernando Falcão, Grajaú, Itaipava do Grajaú e Jenipapo dos Vieiras (no primeiro contrato) e Apicum-Açú, Bacuri, Central do Maranhão, Cururupu, Guimarães, Mirinzal, Porto Rico do Maranhão e Serrana do Maranhão (no segundo) . Com prazo de execução de 180 dias, os dois contratos têm só mais um mês até a conclusão dos serviços. Ou seja: falta pouco para podermos verificar se essas obras são de verdade!
Fogo pagô – Da Infraestrutura para a Segurança Pública, as boas ações do governo do estado não param! No mesmo 1° de abril a pasta fechou contrato com a Duvel Distribuidora de Veículos e Peças Ltda. para a compra de 10 (dez) caminhões de combate a incêndio, tipo auto-bomba-tanque (ABT- 500 litros), para o reaparelhamento do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão. Vencedora do pregão presencial, a empresa vai receber R$ 5.200.000,00 (cinco milhões e duzentos mil reais) pelos veículos.
Implante – Campeã dos super-contratos, agora é a vez da Secretaria de Estado da Saúde! Ao custo de R$ 4.592.909,50 (quatro milhões, quinhentos e noventa e dois mil, novecentos e nove reais e cinquenta centavos), a DIXTAL – Biomédica Indústria e Comércio Ltda. foi contratada (por pregão eletrônico) para fornecer equipamentos hospitalares para implantação de 48 (quarenta e oito) hospitais de 20 Leitos, três hospitais de 50 Leitos e três Unidades Avançadas do Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Dr. Tarquinio Lopes Filho (Geralzinho Genésio Rego, Geralzinho Maiobão e Geralzinho Vila Luizão). O contrato tem vigência de 180 dias, a contar da data de assinatura, que se deu em… Quem arrisca? Acertou quem disse 1º de abril!!!
Verdade? – Já com a Mundo Empreendimento & Construções Ltda., a mesma Secretaria de Estado da Saúde firmou contrato de R$ 3.750.433,04 (três milhões e setecentos e cinquenta mil e quatrocentos e trinta e três reais e quatro centavos) para construção do edifício sede da Vigilância Sanitária Estadual do Maranhão na Av. dos Franceses, s/n, Vila Palmeira, em São Luís. São 240 dias de vigência para o contrato, assinado também em 1º de abril.
Dobradinha – Mas não é só! O glorioso dia 1º de abril de 2014 também foi a data em que a mesmíssima Secretaria de Estado da Saúde fechou outros dois contratos, esses com a mesma empresa, a Baumer S/A, no valor total de R$ 2.614.999,97 (dois milhões, seiscentos e quatorze mil, novecentos e noventa e nove reais e noventa e sete centavos). Ambos com prazo de vigência que vai até dia 31 de dezembro deste ano.
Dobradinha em miúdos - No primeiro contrato a empresa fornecerá equipamento médico hospitalar autoclave: um para ser instalado em um hospital de 20 Leitos, três para três Hospitais de 50 leitos e outros três para as Unidades Avançadas do Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Tarquínio Lopes Filho (Geralzinho Genésio Rêgo, Geralzinho Maiobão e Geralzinho Vila Luizão). Já o segundo prevê o fornecimento de equipamentos médicos hospitalares no valor de R$ 1.885.000,00 (hum milhão e oitocentos e oitenta e cinco mil reais).
Papa-tudo – No pregão para fornecimento de refeições prontas da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) quem levou a melhor foi a Papaguth Comércio de Alimentos Ltda., com um contrato de R$ 2.279.958,08 (dois milhões, duzentos e setenta e nove mil, novecentos e cinquenta e oito reais e oito centavos). O documento vale até 31 de dezembro de 2014.
Na limpeza – A Prefeitura de Lagoa do Mato destinou R$ 872.734,50 (oitocentos e setenta e dois mil e setecentos e trinta e quatro reais e cinquenta centavos) para honrar o contrato de serviços de limpeza pública urbana. Quem venceu o pregão presencial foi a TENCOL Terra Nova Construções e Comércio Ltda. O documento vale por 12 meses, a contar da assinatura, em 7 de março deste ano.
Lancheira – Santa Rita, a terra da farinha, fechou contrato com a A C S Oliveira Comércio – ME para fornecimento de merenda escolar. A Prefeitura vai pagar à empresa um total de R$ 1.408.001,00 (um milhão, quatrocentos e oito mil e um reais) pela prestação do serviço até 31 de dezembro. O documento foi assinado em 28 de fevereiro.
Bem na foto – A empresa Virgu’s Fotos Comunicação Visual Ltda – ME venceu o pregão presencial e vai fornecer adesivos, molduras e placas para a Prefeitura de São João dos Patos até 31 de dezembro deste ano. Serão gastos R$ 302.948,00 (trezentos e dois mil, noventa e quarenta e oito reais) pelo serviço.
A rodar, a rodar – É de R$ 1.426.880,00 (hum milhão quatrocentos e vinte e seis mil e oito- centos e oitenta reais) o contrato que a Prefeitura de Arame firmou com a Workline Comércio e Serviços Ltda – ME para locação de veículos que servirão a diversas secretarias municipais. O documento foi assinado em 18 de março e vale até o final do ano. É o show do milhão sobre rodas!

Criatividade .....

Foram usadas duas variações das hortaliças que obedecem as dimensões da bandeira nacional.

IMPERATRIZ - Bandeirinhas de São João em verde e amarelo, muros pintados com fulecos, taças da Copa do Mundo e até caricaturas dos jogadores da seleção brasileira. Tudo isso você já viu em alguma rua como formas de decoração para o maior evento esportivo do planeta.

O que, certamente você ainda não viu foi um enorme canteiro de alface na forma da bandeira nacional. E melhor, obedecendo ao padrão do “pavilhão” como também é chamado um dos símbolos da pátria.

A ideia vem de Imperatriz e foi colocada em prática pelo engenheiro agrônomo, Massao Takaoka. Detalhista, como a maioria dos orientais, fala com orgulho: “Tem todas as 27 estrelas!”. São 47,6 metros de comprimento por 31 de largura.

Massao mora na cidade há cerca de três anos e meio e veio de Araçatuba, interior paulista. Sua horta fica nas mediações do aeroporto de Imperatriz e foi pensada um mês antes do início da Copa do Mundo FIFA, numa conversa com seus funcionários. “Eles perguntaram se dava para fazer uma bandeira com a variação da alface americana e crespa. Olhei as dimensões da bandeira, os tamanhos das formas geométricas e fizemos o canteiro.”

No total foram utilizadas 13.872 mudas, sendo 2.648 de alface crespa (mais clara) e 11.224 de alface americana (mais escura). “Está tudo dentro da proporção da bandeira real. A distância entre a ponta do losango, o vértice e diâmetro do círculo, a inclinação da faixa e todas as estrelas.”

Entretanto, em no máximo 10 dias, a “obra-prima” de Massao precisará ser desfeita. É que ele vai colher as alfaces e vendê-las. Veja, abaixo, algumas fotos da “bandeira de alface”.

Horta de alface em forma de bandeira. Foto: Massao Takaoka / Arquivo Pessoal.
Horta de alface em forma de bandeira. Foto: Massao Takaoka / Arquivo Pessoal.

Bomba! Alberto Filho dá golpe com férias de funcionários na Câmara

O deputado federal maranhense, Alberto Filho (PMDB), achou uma nova prática para dá prejuízo os cofres públicos. Desta vez, ele participa de um esquema que funciona em três etapdas: os funcionários tem aumento salarial de mais de 1000%.
No segundo estagio, os servidores depois que recebem as cifras de forma superfaturadas são exonerados. Três meses após a demissão, retornam para Câmara Federal.
Segundo revela a reportagem do Correio Braziliense, Alberto Filho é um dos parlamentares que encontrou uma forma para onerar o Poder Publico com o prejuízo de mais de R$ 1 milhão.
No gabinete do parlamentar foram registrados três casos. Um deles é funcionária pública Áurea Helena Oliveira Matos que misteriosamente de R$ 2.220 passou a ganhar R$ 10.190 e, logo em seguida foi exonerada. Ocorre, porém, ela foi recontratada meses depois recebendo por mês R$ 2.220.
De acordo com as regras o funcionário demitido tem por direito ser indenizado referente férias não utilizadas.
No entanto, Alberto Filho não passa de uma vergonha para o Maranhão.