sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Prefeitura da Raposa gasta mais de R$ 1 milhão com gráfica

Dinheiro é uma coisa que o prefeito da Raposa, Clodomir Oliveira (PRTB), seus secretários e vereadores não vão poder reclamar.
A prefeitura já começou a contratar várias empresas para a prestação de serviços. Se depender dos contratos que o prefeito Clodomir está realizando, todos os problemas do município serão resolvidos até 31 de dezembro deste ano, prazo final da maioria dos contratos.
Acompanhe os novos contratos:
Prefeito da Raposa, Clodomir Oliveira
Prefeito da Raposa, Clodomir Oliveira
Na área dos serviços gráficos, a Prefeitura de Raposa desembolsará o incrível valor de R$ 1.405.208,00 (um milhão, quatrocentos e cinco mil, duzentos e oito reais). O contrato foi assinado no dia 1º de julho deste ano, findando em 31 de dezembro. A empresa contratada é a V. do S. Cardoso do Nascimento.
Na alimentação escolar, os cofres públicos da Raposa gastarão a importância de R$ 142.860,00 (cento e quarenta e dois mil, oitocentos e sessenta reais), pagos à Unidade Integrada de Apoio e Formação Infanto Juvenil-UNICENTER, para a aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar para alimentação Escolar.
Em remédios, para a Secretaria Municipal de Saúde, por incrível que pareça, a Prefeitura de Raposa gastará, até o final do ano, apenas R$ 70.165,00 (setenta mil, cento e sessenta e cinco reais), que serão pagos a empresa Maximus Ltda.
Na perfuração de poços, o prefeito Clodomir gastará até o final do ano, 149.503,74 (cento e quarenta e nove mil, quinhentos e três reais esetenta e quatro centavos). Os recursos são para a construção e ampliação do Sistema de Abastecimento de Água e a empresa contratada é a Construtora Madry Ltda.
Na educação, mas precisamente no EJA – Educação de Jovens e Adultos, a Prefeitura de Raposa contratou a empresa Soares Gomes Comércio e Serviços Ltda, para o fornecimento de Kit do EJA, ao valor de R$ 42.960,00 (quarenta e dois mil, novecentos e sessenta reais).
Haja contrato para um município que parece uma terra sem lei, onde o Ministério Público se finge de cego, surdo e mudo.

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