Depoimentos de pessoas que conheciam a vítima e de alguns moradores que têm informações sobre o assassinato da noite de sábado, Alucrécio não convivia com familiares porque não conseguia mais viver longe das drogas. Vivia de bairro em bairro, preferia passar os dias e as noites em casas onde funcionam bocas de fumo. Quase madrugada de domingo e o homem de 24 anos de idade perambulava por ruas da Vila Vitória. Foi quando encontrou seu algoz: moradores das proximidades ouviram seis disparos, mas a perícia técnica contou apenas quatro, todos em áreas vitais do corpo encontrado a 100 metros do ponto da morte. O cadáver foi arrastado por um fio elétrico até o último bueiro da Rua 16, onde foi desovado, impiedosamente.
As investigações da Polícia Militar e da Polícia Civil descrevem passagens de Alucrécio por delegacias e prisões. Algumas vezes por tráfico de entorpecentes, outra vez, por homicídio, segundo está no sistema nacional integrado de informações de segurança pública.
Nas quatro horas seguintes ao assassinato viaturas da PM fizeram buscas na Vila Vitória, no Conjunto Vitória e no Habitar Brasil. Nem sinal do atirador, nenhuma informação sobre os dois homens e a mulher que alguém viu passando pela Rua 16 imediatamente após os disparos contra o pescoço de Alucrécio.
MORTE NO HOSPITAL
Também envolvido com o tráfico de drogas, Fábio Alves de Sousa morreu nesta segunda-feira (12) no Hospital Municipal de Imperatriz 30 horas depois de ter sido esfaqueado em briga com rivais da Vila Cafeteira, onde comandava o comércio de drogas ilícitas. Nenhum suspeito foi preso e agora a polícia busca pistas que identifiquem os responsáveis pelo crime.
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